segunda-feira, 23 de junho de 2008

Como vai a coisa . . .

Sobre o post dos 200 Anos da Abertura da Barra, ocorreu neste blog um espaço ao insulto gratuito e diga-se em bom português - gratuito e porco. Obviamente que a técnica utilizada é pior que a Guerra do Solnado, pois opta-se pelo anonimato, manda-se a granada e volta-se para a trincheira do bar. Convive-se na mesma com os amigos e pseudo-amigos.
Não é que a critica - mesmo sendo negativista - não seja (por vezes) salutar, e uma bocas mal mandadas também não é coisa assim muito feia, dentro do nosso conceito de democracia e porreirismo nacional.
O que se anda a passar neste blog, é muito mais do que isso, e é algo que jamais estava nos "drafts" deste blog, contribui para o abandalhar do mesmo, e nada tem a haver comigo. Portanto restam-me poucas opções. Repito. Restam-me poucas opções.
Depois da Regata às Rias Baixas, coloquei um post de agradecimento ao Paulo Reis, pelo seu trabalho e empenho (e da Direcção) da AVELA naquela Regata. Para mim é louvável e tendo em linha de conta que falamos de um gajo que não tem barco (neste momento) e apenas bebe uns copos com os barcantes...é obra. Ninguém ousou colocar uma mensagem, fosse ela de sinal mais ou de sinal menos. Ninguém. Dias depois, parece ter havido uma tempestade com origem num centro de baixas pressões no ralo da casa de banho. Para os mais cagões que usam o anonimato e partilham do gosto da guerra, continuem a ler o blog. Só a ler. Façam as guerras que entenderem - mas não usem este blog como se fosse a vossa trincheira.
Se assim não for restam-me poucas opções.

6 comentários:

joao veiga disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
joao veiga disse...

Berdade, foi abacalhante. Um amigo meu já teve essa experiencia, abacalhante.
Os parabéns ao Paulo dei-lhos pessoalmente mas, berdade também, devia te-lo feito publicamente.
Depois foi o transformar um blog dedicado a hidro assuntos na pior das salas de chat, abacalhadas.
às vezes dá vontade de encerrar para obras, eu já o fiz. Depois, acho que é o melhor, é ignorar.

joao veiga disse...

Podia dizer, ou inventar, que tinha encalhado pelo caminho, mas não era verdade.
Dois dias antes, a jantar em casa de uns amigos, falou-se em jantar sabado à noite com uns outros amigos recém chegados de Marrocos. Nunca se falou em estar presente mas, na cabeça da dona da casa essa ideia formou-se. Por conta dessa ideia teve uma altercação com o filho que queria que os pais fossem a outro encontro, e foi feia a altercação.
Resultado, sentindo que a tempestade tinha sido causada por mim, embora o não tivesse sido, não tinha saída que não fosse jantar sabado na Costa Nova do Prado.
Tratou-se de arranjar transportes de e para S Jacinto, não foi fácil e de S Jacinto para a Torreira não arranjei mesmo.
Para atar os molhes acabei de almoçar no sabado depois da 1530, com obrigação de estar na Costa Nova pelas 1900.
Como se diz nos nossos meios, "...haja marinheiros que marés não faltam...'

Anónimo disse...

Não posso deixar de te dar os parabéns pelo texto que escreveste.
Só espero que, daqui para a frente, as pessoas passem a assumir o que escrevem ou, melhor ainda, que digam o que têm a dizer nos locais certos e cara a cara.

Miguel Varela

Anónimo disse...

Outro assunto bem mais interessante....
Toni! olha o que descobri no blog "M.A.M.A.": mudamos de barco para ter mais conforto a bordo, mas afinal não era necessário...
DC740 versão luxo

Baccus TEam

Anónimo disse...

Meu caro amigo:

Não estou aqui para te defender porque a tua autoridade moral é de tal dimensão que mal me ficaria fazê-lo.
Estou aqui para te pedir, como humilde marinheiro, para, aconteça o que acontecer, nunca pores a hipótese de desistência.
Basta ver onde chega este blog para perceber o quão preciso ele é.
Um abraço
Pato